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segunda-feira, 2 de maio de 2011

PREVIDÊNCIA SOCIAL VOCÊ UM DIA VAI PRECISAR


“As mudanças na Previdência não podem ficar para depois”
Publicação: 01 de Maio de 2011 às 00:00 tribuna do norte.

Vicente Neto e Guia Dantas - repórteres
No passado era raro, mas agora já não mais causa surpresa. De um lado, um homem que caminha com dificuldade, geralmente viúvo e bem resolvido financeiramente; de outro, uma mulher, vinte, trinta, quarenta anos mais nova. Casamentos assim estão virando rotina de norte a sul do país. Para uns, prova de que o amor não tem idade; para outros mais um caso de “casamento previdenciário”, isto é, um jogo de interesses para que a aposentadoria possa ser passada adiante em forma de pensão para o cônjuge mais novo. As chamadas “viúvas jovens” são uma fonte de sangria na Previdência Social, que preocupa os técnicos. O ministro Garibaldi Alves Filho concorda, mas lembra que há problemas mais graves que sugam o dinheiro do INSS e precisam ser resolvidos com urgência para evitar o pior. É o caso das dívidas não cobradas, das fraudes e também das aposentadorias do serviço público. Ao contrário de outros países, não há restrições para a concessão de pensões. As pensões por morte ocupam o segundo lugar na lista das despesas do INSS com benefícios. No ano passado foram pagos R$ 61,6 bilhões. São distorções deste tipo que o Ministério da Previdência Social quer corrigir. A proposta tem o apoio de Garibaldi. Nesta entrevista, o ministro enfatiza a necessidade de ajustes pontuais imediatos na Previdência para reduzir o deficit orçamentário e mostra como o  governo está trabalhando para encontrar alternativas. Garibaldi preferiu não falar sobre política - “estou na retaguarda”, mas  enfatizou que a escolha do segundo escalão do governo está demorando. Ele acha temerária uma mudança radical do fator previdenciário sem que haja uma alternativa melhor, e afirma que a hora de discutir as mudanças na Previdência está chegando.
fotos: emanuel amaral















O governo da presidenta Dilma Rousseff tem dito que não vai se olhar para trás, não vai se olhar pelo retrovisor
O governo estuda modificações na Previdência como algo pontual ou seria mesmo uma reforma ampla?



Por enquanto são correções pontuais que poderão descortinar uma reforma da previdência. Nós temos um diagnóstico e se sabe há fatores positivos e negativos. Os negativos são mais realçados do que os positivos mas o que se pensa realmente é dar a césar o que é de césar. Na previdência você precisa fazer justiça e para fazer justiça primeiro é necessário fazer àqueles que são os previdenciários, mas nós não podemos esquecer que há distorções e essas distorções terão que ser corrigidas. Agora nós não podemos transformar essas distorções no bode expiatório dos problemas da previdência. Há realmente mais deveres do que as vezes se pensa com relação ao aposentado, ao pensionista, àqueles que contribuem efetivamente pensando em ter uma vida mais tranquila quando parar de trabalhar ou para quando falecer deixar para o seu marido ou a esposa.

Dessas distorções qual o maior ralo? A viúva jovem é uma delas?

A viúva jovem é o bode expiatório que a gente precisa ter cuidado para não querer transformar isso num cavalo de batalha. A viúva jovem é uma das distorções que a Previdência exibe. Infelizmente nós temos as fraudes que também são consideradas. Nós temos a frouxidão das regras e aí vem o problema das pensões que no Brasil não são muito bem regulamentadas. Aí vem a falta de cobrança da dívida ativa da previdência, vem a falta de aproveitamento de um patrimônio que poderia estar proporcionando outros recursos da previdência. A Previdência tem um patrimônio muito grande, então há uma preocupação minha de não querer transformar nenhum desses problemas em um muito maior do que os outros ou fazer daquilo uma verdadeira Geni. Como eu dizia a pouco tempo todos querem jogar pedra nela.

O fator previdenciário seria a Geni...

O fator previdenciário realmente é a Geni, mas é uma Geni que não se vai resolver o problema se somente atirarmos pedras nela. O fator se incorporou a uma política da previdência que foi a de evitar que as pessoas se aposentassem precocemente sem utilizar a chamada idade mínima. Com o decorrer do tempo ele terminou somando dez bilhões de reais na receita da previdência. Para quem não tem uma receita tão folgada isso representa muito, então vamos ver alternativas para o fator previdenciário que não penalizem tanto o aposentado. E entre esses fatores há a própria idade mínima que tem que estudar se é um bom negócio porque não vamos trocar seis por meia dúzia e o 85/90 (proposta de aposentadoria com 55 anos de idade e 35 anos de contribuição), que é a soma do tempo de contribuição com o de idade para aposentadoria. Está aberto o debate porque onde você vai falar sobre a Previdência a primeira pergunta é se vai ser abolido ou eliminado o fator previdenciário, coisa que não se pode eliminar simplesmente e infelizmente.

A 85/90 é uma proposta em estudo?

Da parte da atual gestão da previdência não há um aprofundamento quanto a isso. Eu não recebi estudos mais aprofundados. Eu até diria humildemente que não conheço profundamente essas alternativas. Tive debatendo já em seminários, como o que ocorreu recentemente sobre o futuro da previdência, mas não há nada muito conclusivo que me autorize a dizer o que é melhor para a previdência. Eu apenas não posso fazer uma leitura maniqueísta. O que é o melhor para a previdência? É proporcionar mais ao segurado, fazer justiça a ele ou é consolidar a situação financeira da previdência? Não existe isso separadamente. Um está umbilicalmente ligado ao outro. Se a Previdência não melhorar de finanças não vai poder arcar com os desafios futuros.

E por falar em finanças, houve uma redução de cerca de 23% no deficit da Previdência no comparativo de janeiro de 2010 com o deste ano. Há alguma expectativa substancial de melhoria neste sentido?

Qualquer déficit, e não é só o da previdência, nós sabemos que ele diminui ou com o aumento da receita ou com a diminuição da despesa. No caso da previdência essa situação tem melhorado, o deficit tem cedido por causa do aumento da receita. Se trata de entrada de novos trabalhadores e também pelo fato de que novos empregos estão sendo criados. Isso tudo resultante do desenvolvimento que o país alcançou nos últimos anos. Mas o problema todo é que a previdência precisa encontrar uma situação de equilíbrio baseado no crescimento da receita, mas o desafio maior é a diminuição da despesa, que é difícil por causa, por exemplo, de fatores como o envelhecimento da população. Se você tem uma população envelhecendo mais e a média de idade já está aí, graças a Deus, em 73 anos, você tem uma demanda crescente. Você precisa ter uma receita correspondente pelo menos e aí é que está o desafio e as vezes chega a lembrar um equilibrista nas cordas.

O governo Dilma poderia encampar uma reforma dessas,  mesmo sabendo do desgaste que poderia vir a sofrer?

Não precisa ser uma reforma, basta ser um ajuste pontual, ou pontuais, como está se falando. Basta isso. Veja bem. Quando você assina um contrato com a previdência, ou seja, começa a contribuir para ela, espera que as regras não sejam alteradas. O que tranquiliza, volto a dizer, é que todo o pensamento do governo, e a presidenta Dilma Rousseff tem dito isso, é que não vai se olhar para trás, não vai se olhar pelo retrovisor. Vai se procurar corrigir para a frente. Ou seja, manter os direitos adquiridos. As novas gerações, infelizmente, pagarão pelas atuais porque o nosso regime previdenciário é um regime de repartição. Isso quer dizer que quem se aposenta não está rigorosamente fazendo uma poupança para ele. Ele vai esperar que os que estão na ativa poupem para ele porque não é uma conta fechada individualmente. É uma conta que depende desse equilíbrio sobre o qual estamos falando aqui e que não pode ultrapassar aquele limite de termos pelo menos três na ativa pagando por um inativo.

Esses ajustes pontuais que o senhor falou teriam, necessariamente, de começar por onde?

Eles já começaram. Existe um projeto de lei na Câmara e eu estive presente a um debate na última quarta-feira na Comissão de Trabalho e Serviço Público e se constitui na criação de um fundo de pensão para o servidor público dentro dos moldes da chamada previdência complementar que já está na Câmara desde 2007, enviado pelo presidente Lula. Infelizmente ainda não tramitou até agora e nós estamos interessados que ele tramite porque é um dos projetos que pretende fazer justiça na previdência. O trabalhador da iniciativa privada não tem um teto financeiro de contribuição e recebimento de benefício, sobretudo de recebimento.

O projeto estabelece...

Estabelece um teto financeiro como no regime da previdência geral hoje de R$ 3.680,00 para recebimento do benefício e ultrapassando-se esse teto o servidor fará uma opção: ou continua como no regime geral ou então faz uma opção por um fundo de pensão que será capitalizado por ele e pelo poder público. Então na verdade esse projeto está nessa Comissão, só na Câmara ele vai passar por outras três comissões, irá ao Senado. Mas o que ele tem de novidade é essa que cria para o servidor uma perspectiva de ele ter uma aposentadoria até melhor da que tem hoje. Esse não é só o propósito de dar a césar do que é de césar, mas sim o de fazer com que o servidor público tenha a oportunidade de contribuir para um fundo de pensão. A previdência do servidor público tem hoje 940 mil inscritos com uma despesa da ordem de 52 bilhões ao ano. Ao regime geral, com o universo de 24 milhões de benefícios, são pagos R$ 42 bilhões. São dez bilhões a mais.

O senhor acha que a sociedade está mais receptiva a uma reforma do que esteve, por exemplo, no passado?

As reformas da previdência nunca são bem absorvidas por causa dessa função contratual de que falei há pouco. Você não gostaria de assinar um contrato hoje que amanhã viesse a ser alterado pelo bel prazer de uma das partes, no caso a parte do leão, que é o governo com a sua previdência. Agora a reforma vem sobretudo para alterar uma situação que nós chamamos de injustiça, que é você ter um tratamento absolutamente leniente, condescendente por parte da previdência. Nós tivemos duas reformas mais recentes na previdência brasileira que não foram tão tranquilas. A última reforma terminou ensejando uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) paralela, ou seja, tudo que foi feito com aquela PEC foi feito outra para atenuar o que havia sido disposto. Só por aí se vê que não é fácil fazer reforma. É preciso que o país esteja amadurecido para passar por uma nova reforma previdenciária.

O senhor estima que até quando essas propostas chegarão à fase de debates e votação?

O  Congresso e está encontrando dificuldade agora, inclusive o próprio PT de Brasília está querendo criar dificuldade, E o governo é petista. Por aí nós vemos que o desafio é grande.

Na sua opinião quem sai primeiro: o estádio Arena das Dunas ou a reforma da Previdência?

A Arena das Dunas deveria sair mais cedo porque é na base da explosão e a reforma da previdência é na base da democracia, da negociação.

O senhor diria que assumir o Ministério da Previdência Social foi o maior desafio da sua vida?

Cada desafio é maior do que o outro porque aquela experiência que se leva ao longo da vida é relativo. Não é a experiência que eu adquiri como prefeito, governador, tudo isso que o povo me concedeu, que vai me dar o condão de resolver agora os problemas da previdência. Agora vai ajudar, é claro. É melhor do que chegar lá como marinheiro de primeira viagem, mas a previdência é muito profissionalizada e isso ajuda muito. É preciso que se faça esse registro porque o Ministério da Previdência é nesse aspecto até parlamentarista em um regime presidencialista porque ele não muda. Os servidores são concursados, os cargos em comissão são em um número muito restrito e nesse aspecto você tem a segurança de que tem uma boa retaguarda como é de se esperar no meu caso. Eu preciso de uma boa retaguarda porque a previdência é complexa e enfrenta no nosso país como no resto do mundo desafios enormes. As pessoas tendem a considerar que os benefícios são intocáveis, até mesmo aqueles que são absolutamente injustos, então é difícil, mas nós estamos convictos de que hora chegou. O país tem pela frente hoje o desafio da inflação para que não suba mais, mas a hora do desafio da previdência está chegando e nós não poderemos dizer que vai ser amanhã, nós temos que pensar que poderá e deverá ser hoje.

Como está o concurso para a Previdência?

Os concursos que estavam previstos estão suspensos - porque a Previdência não é uma exceção - até 2011. Agora mesmo o Congresso aprovou um projeto que criou 500 cargos de médicos peritos e nós estamos querendo que pelo menos 250 sejam excepcionalizados para podermos criar a política de expansão da previdência social.

Como tem sido a relação com a presidenta e como está o PMDB dentro do governo? Ainda há do que reclamar?

Isso aí é uma resposta que, mesmo eu sendo um político como eu sou, mas que poderia perfeitamente remeter para aqueles que estão mais na frente, como Henrique Eduardo [Alves, deputado federal] e outros líderes do partido. Eu estou neste aspecto mais na retaguarda. Eu sou um ministro que está cuidando de um desafio pontual, então o que eu sei não difere muito do que vocês que são bons jornalistas e acompanham sabe. Na parte política, por exemplo, não é novidade de que está demorando muito a escolha do segundo escalão. Enfim, o que interessa e que vocês gostariam de ouvir de mim diz muito mais respeito a mim e ao meu Ministério. Então quanto à relação com a presidenta e com os demais ministros vai tudo muito bem porque todos compreendem a importância deste trabalho da previdência e todos sabem pelo próprio discurso que eu fiz, quando assumi o Ministério, que a previdência era um abacaxi, então o próprio governo tem as suas atenções voltadas para esse trabalho. A presidenta também se mostra preocupada. Nós temos que reconhecer, entretanto, que o desafio maior neste momento é o da inflação e depois que tivermos uma tranquilidade quanto a isso eu acredito que previdência virá logo para ocupar o centro das atenções do governo.

SERÁ QUE MATARAM BIN LADEN

Dizem que jogaram imediatamente ao mar o corpo de Bin Laden. Quem dos americanos não queria ter o corpo de Bin Laden como trofeu? Logo eles. Acho tão estranho essa conversa.
Os americanos vão continuar matando, e mostrando para o mundo que eles matam em nome da paz.


Se os americanos é quem são uma ameaça ao mundo.

BIN LADEN QUASE UMA LENDA











Osama Bin Laden (Foto: AP)
                                                                           






EUA anunciam a morte do terrorista Osama bin Laden no Paquistão
Líder da al-Qaeda foi morto em operação dos EUA próximo a Islamabad.
'Foi feita justiça', disse Obama ao anunciar a morte, comemorada no país.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou em pronunciamento na TV na madrugada desta segunda-feira (2) a morte de Osama bin Laden, líder da rede terrorista da al-Qaeda, responsável pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, que mataram cerca de 3.000 pessoas.
De acordo com Obama, a morte foi consequência de uma ação de inteligência do Exército norte-americano em parceria com o governo do Paquistão, que localizou o terrorista -que tinha entre 53 e 54 anos- durante a semana passada.
A operação, sigilosa, foi executada no domingo por um comando especializado da Marinha dos EUA. Um pequeno grupo de soldados conseguiu matar Bin Laden em uma fortaleza na cidade de Abbotabad, próximo a Islamabad, capital do Paquistão.
A operação foi feita exclusivamente pelas forças americanas, segundo a chancelaria paquistanesa.
Houve troca de tiros durante a ação, mas, segundo Obama, nenhum militar americano ficou ferido na operação e cuidados foram tomados para que nenhum civil fosse ferido.
Quatro helicópteros teriam sido usados na operação. A mansão fortificada ficou em chamas após o atentado.
'Justiça'
"Foi feita justiça", disse Obama. "Nesta noite, tenho condições de dizer aos americanos e ao mundo que os Estados Unidos conduziram uma operação que matou Osama Bin Laden, o líder da al -Qaeda e terrorista responsável pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças."
Segundo o presidente -que já lançou sua campanha à reeleição em 2012-, o corpo do terrorista está em poder das autoridades dos EUA.
Fontes do governo disseram à agência Reuters que o cadáver seria tratado de acordo com as tradições islâmicas.
A imprensa americana afirmou que o corpo já teria sido sepultado, no mar, conforme o costume. Nenhum país teria aceitado receber o corpo do terrorista, segundo as fontes citadas.
Funcionários do governo e um congressista disseram que Bin Laden morreu com um tiro na cabeça, mas também não havia informação oficial sobre isso.
Uma autoridade disse à agência Reuters, sob anonimato, que testes de DNA e técnicas de reconhecimento facial seriam usados para ratificar a identificação do corpo.
A mesma autoridade disse que a ação foi acompanhada em tempo real por Leon Panetta, diretor da CIA, e por outras autoridades da inteligência americana, na sede da CIA, na cidade de Langley, no estado americano da Virgínia. A confirmação da morte foi recebida com aplausos prolongados, segundo a fonte.
TVs locais paquistanesas mostraram o que seriam imagens do cadáver desfigurado de Bin Laden, mas não havia confirmação oficial da veracidade.
Mais quatro mortes
Funcionários do governo americano também afirmaram que outros três homens e uma mulher teriam morrido no ataque, que teve a duração de 40 minutos.
Um dos homens seria um dos filhos do terrorista. Outros dois trabalhavam como mensageiros para Osama. Já a mulher teria sido morta ao ser usada como escudo humano por uma das vítimas. Ainda não havia confirmação oficial destas informações.
A operação estava sendo planejada desde agosto do ano passado, após os americanos terem conseguido uma pista segura sobre o paradeiro de Bin Laden. Obama disse ter autorizado a execução na sexta-feira.
Comemoração
Enquanto Obama fazia seu pronunciamento, dezenas de norte-americanos já cercaram a Casa Branca comemorando a morte do terrorista. Também houve comemoração no Marco Zero, local dos atentados em Nova York, e em outros pontos do país.
Antes do pronunciamento, a morte de Bin Laden já havia sido divulgada pela rede de TV CNN e confirmada por três fontes norte-americanas e também anunciada pela agência de notícias Reuters.
Procurado havia pelo menos dez anos pelos EUA, Bin Laden era considerado o mentor dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que derrubaram as Torres Gêmeas em Nova York, atingiram o Pentágono e deixaram cerca de 3.000 mortos.
Os ataques levaram à invasão do Iraque e do Afeganistão por tropas lideradas pelos EUA, no que ficou conhecido como "guerra ao terror".
O secretário-geral da Otan, Anders Rogh Rasmussen, disse nesta segunda que a atuação da Aliança Militar no Afeganistão prosseguirá, mesmo após a morte de Bin Laden.
O terrorista também era conhecido por ataques a alvos norte-americanos na África e no Oriente Médio na década de 1990.
Bush: 'vitória para os EUA'
O ex-presidente americano George W. Bush, que comandava o país na época dos atentados, disse que a morte de Bin Laden foi "uma vitória para os Estados Unidos". Ele disse ter recebido a notícia da morte por intermédio do próprio Obama, em um telefonema de quatro minutos..
Alerta
Após o anúncio da morte, o Departamento de Estado dos EUA alertou para um maior risco de "violência antiamericana' em todo o mundo.
A Interpol também pediu a seus países-membros que aumentem as medidas de segurança por conta de risco de atentados por terrorista ligados à al-Qaeda ou inspirados pela morte de Bin Laden.
Reação
O Talibã, movimento fundamentalista islâmico aliado à al-Qaeda, desmentiu a informação sobre a morte de Bin Laden, mas não justificou a afirmação.
Posteriormente, um porta-voz do braço paquistanês do grupo confirmou a notícia da norte e disse que o grupo iria revidar em alvos paquistanteses e americanos.
Um integrante do braço iemenita da rede terrorista da al-Qaeda no Iêmen também confirmou a notícia à France Presse.
Mais procurado do mundo
Após os atentados nos EUA, Bin Laden se tornou o homem mais procurado do mundo, com uma recompensa de US$ 25 milhões por sua cabeça.
Desde então, ele passou a ser buscado por dezenas de milhares de soldados dos Estados Unidos e do Paquistão.
Nesse período, Bin Laden reaparecia episodicamente em gravações de áudio e vídeo ao longo dos anos, alto, magro, sempre usando barba. Boatos sobre seu paradeiro, estado de saúde e possível morte sempre surgiam.
História
Bin Laden nasceu na Arábia Saudita em 1957, em uma família de mais de 50 irmãos. Ele era filho do magnata da construção Mohamed bin Laden.
Seu primeiro casamento foi com uma prima síria, aos 17 anos. Acredita-se que ele tenha tido 23 filhos com ao menos cinco esposas.
Bin Laden utilizou sua fortuna para financiar a Jihad (guerra santa) contra os soviéticos e depois contra os americanos. Em 1973, entrou em contato com grupos radicais islâmicos.
Após a invasão soviética do Afeganistão em 1979, viajou para este país para combater os invasores com o apoio da CIA, a Agência Central de Inteligência americana. Sua organização, a al-Qaeda ("A Base"), foi fundada em 1988, um ano antes da retirada soviética do Afeganistão.
Em 1989, ele voltou à Arábia Saudita. Após o estouro da guerra do Golfo em 1991, ele criticou a família real por ter autorizado o desembarque de soldados americanos em território saudita, posição que lhe rendeu o status de persona non grata no seu próprio país.
Instalou-se então no Sudão, onde os serviços americanos de inteligência o acusaram de financiar campos de treinamento de terroristas. Em 1994, foi definitivamente privado da nacionalidade saudita.
Em 1996, o Sudão, submetido à pressões americanas e da ONU, pediu a Bin Laden que fosse embora do país. Ele foi então para o Afeganistão, onde organizou uma dezena de campos de treinamento e passou a lançar apelos contra os Estados Unidos.
A ação mais espetacular que lhe foi atribuída antes do dia 11 de setembro foi um ataque contra as embaixadas americanas na Tanzânia e no Quênia, no dia 7 de agosto de 1998, que causou 224 mortos e milhares de feridos.
Em 1999, ele foi incluído na lista da Birô Federal de Investigações americano (FBI) entre as dez pessoas mais procuradas do mundo.
Bin Laden também foi acusado de ter ordenado o ataque contra o navio americano "USS Cole" no Iêmen, que fez 17 mortos em outubro de 2000. O Iêmen é considerado hoje um dos principais redutos de terroristas ligados à al-Qaeda.

Do G1, com agências internacionais

BIN LADEN

 É anunciada, e   comemorada pelos americanos a morte de Bin Laden. Dizem eles que o principal terrorista mundial foi abatido, por Obama, agora endeusado por eles, dez anos caçando o homem. O principal terrorista do mundo? E onde ficam os estados unidos nessa história? Minha opinião é que os estados unidos são tão teroristas quanto os que eles destruiram e mataram em nome da paz mundial. Não acredito na bondade vinda daqueles lá 'americanos', enquanto os estados unidos forem a grande potencial mundial, toda " A HUMANIDADE CORRE PERIGO O PLANETA ESTÁ AMEAÇADO"

domingo, 1 de maio de 2011

DONA DE CASA... DONA DE NADA...

Um homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas.

Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.

A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.

O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.

Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.

A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.

Na sala , a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.

Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida e cocô  de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão, terra pelo chão  vômitos do gato.

Assustado, ele saiu correndo por dentro de casa, desviando dos brinquedos espalhado, da sujeira  e de peças de roupa suja.

'Será que a minha mulher passou mal?' ele pensou.

'Será que alguma coisa grave aconteceu?'
Daí ele viu  água correndo pelo chão, vindo do banheiro.

Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete  espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.

A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta chuveiro aberto e água transbordando.

Pensou – ela morreu, foi seqüestrada, desesperado

Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.

Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: Que diabos  aconteceu aqui em casa?
Por que toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:

- Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta: 

 
'- Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?'
-'Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO !!!!

A SAÚDE DA PRESIDENTA DILMA

Dilma está com pneumonia leve

Diagnóstico foi feito no Hospital Sírio-Libanês na tarde neste domingo a presidenta já foi liberada pelos médicos.
A presidenta da República, Dilma Rousseff, está com pneumonia leve no pulmão direito. O diagnóstico foi dado depois que a presidenta passou por exames no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, neste domingo. Ela já recebeu alta e deve voltar para Brasília amanhã de manhã.
Segundo a assessoria do Planalto, a presidenta passa bem e deve manter sua agenda de compromissos de segunda-feira, que inclui uma reunião com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, às 11h, e um encontro com o ministro da Aviação Civil, Wagner Bittencourt, às 15h.
Dilma já apresentava sinais de gripe desde o início da semana. Por isso, cancelou parte dos compromissos e teve a maior parte da agenda ocupada por “despachos internos”.
Na sexta-feira, por exemplo, a presidenta era esperada no Fórum Econômico Mundial para América Latina, no Rio de Janeiro, mas não compareceu. Ela também adiou uma reunião com o ministro Bitterncourt e desmarcou sua ida ao evento das centrais sindicais, que acontece hoje, em São Paulo. No 1 º de maio Unificado, foi substituída pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

http://ultimosegundo.ig.com.br/

ELA NÃO FAZ NADA...


Um homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas.

Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.

A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.

O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.

Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.

A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.

Na sala , a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.

Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida e cocô  de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão, terra pelo chão  vômitos do gato.

Assustado, ele saiu correndo por dentro de casa, desviando dos brinquedos espalhado, da sujeira  e de peças de roupa suja.

'Será que a minha mulher passou mal?' ele pensou.

'Será que alguma coisa grave aconteceu?'
Daí ele viu  água correndo pelo chão, vindo do banheiro.

Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete  espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.

A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta chuveiro aberto e água transbordando.

Pensou – ela morreu, foi seqüestrada, desesperado  

Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.

Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: Que diabos  aconteceu aqui em casa?
Por que toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:

- Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta: 

 
'- Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?'
-'Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO !!!!

“Ser espírita no início do século XX não era fácil”

Publicação: 01 de Maio de 2011 às 00:00

A Federação Espírita do Rio Grande do Norte completou 85 anos esta semana e depois de um início cheio de dificuldades e preconceitos, a sociedade hoje conhece e aprova a atuação da instituição e a própria doutrina espírita com mais facilidade. O presidente da FERN, Eden Lemos, acredita que a disseminação do pensamento espírita ao longo dos anos encontrou eco na sociedade, principalmente por defender o bem e caridade, estimulando as pessoas a amarem o próximo. E isso fez com que aos poucos as barreiras fossem sendo superadas. Nesta entrevista, Eden Lemos faz uma avaliação da atuação da FERN, além de detalhar como é desenvolvido o trabalho voluntário junto com as instituição parceiras espalhadas por todo o Estado.  
júnior santos







As temáticas espíritas estão mais presentes no cotidiano das pessoas das mais variadas classes sociais do nosso país
Que avaliação o senhor faz desses 85 anos de Federação Espírita no Rio Grande do Norte
A avaliação que faço é muito boa. A Federação Espírita do RN (FERN), ao longo destes 85 anos, vem promovendo a difusão do pensamento de Jesus, à luz do espiritismo, contribuindo para a construção da paz, da valorização da vida e estimulando a todos, que venham a conhecer a mensagem espírita em nosso estado, que se tornem um Ser Humano cada dia mais atuante na construção da caridade, do bem, na sociedade Potiguar.

Como foi o começo de tudo? Com a Doutrina menos divulgada as pessoas tinham preconceito?
O início de tudo, 29 de abril de 1926, como a maioria das construções humanas, foi desafiador. Ser espírita no início do século XX não era fácil. O preconceito social era muito grande, ao ponto de alguns cidadãos natalenses nem pisarem na calçada da federação quando passavam pelo prédio antigo. Mas o ideal dos pioneiros daquela época foi vital para que pudéssemos hoje avançar e termos alcançado o reconhecimento do nosso direito de ser espírita e atuarmos na sociedade como participantes importantes no enfrentamento dos desafios sociais da atualidade em Natal e no Brasil.

O senhor acredita que o trabalho desenvolvido por vocês é mais bem aceito hoje em dia? Como podemos mensurar isso?
Podemos afirmar sem dúvidas que o trabalho do espiritismo no Brasil e no RN é muito bem aceito na atualidade, em nossa sociedade. As evidências são concretas em várias dimensões. Poderíamos iniciar pelas obras de assistência e promoção social que se espalham pelo Brasil afora e que tem o reconhecimento do poder público, de várias instâncias do poder privado e dos próprios cidadãos, que assistidos ou não, reconhecem publicamente este esforço contínuo que o nosso movimento espírita realiza para a população brasileira.

Além desta dimensão poderemos constatar que a frequência nas instituições espíritas pelo Brasil afora, e no RN, tem crescido, mesmo que não realizemos um convite enfático para que as pessoas frequentem as nossas casas espíritas. Esta busca é espontânea nas pessoas.
Poderíamos nos reportar a outra evidência muito significativa, a de como as temáticas, conceitos e ensinamentos espíritas, hoje, estão mais presentes no cotidiano das pessoas das mais variadas classes sociais do nosso país. A televisão, o cinema, os jornais, as revistas e o próprio vocabulário da população brasileira já assimilaram conceitos espíritas como o de Reencarnação, Mediunidade, Caridade, dentre outros, como algo comum. Nós poderíamos citar outras evidências do quanto esta realidade mudou para melhor, mas estas são bem consistentes.

O trabalho da Federação se restringe ao aspecto religioso ou vocês também desenvolvem trabalhos beneficentes? E se desenvolvem, fale um pouco sobre esses trabalhos.
A FERN realiza um trabalho cada vez mais amplo na sociedade potiguar. Não só na dimensão da assistência e promoção social, mas também nos esforços dentro dos próprios movimentos da sociedade civil. Seja integrando movimentos em defesa da vida, da construção da paz, no trabalho da educação pública, dentre outros. A ação da nossa federativa estadual hora é direta, hora é indireta. Quando atua diretamente, a sua diretoria se faz representar em várias situações a que é chamada a opinar, a participar em Natal e no RN. Indiretamente quando proporciona a formação dos trabalhadores espíritas para atuarem nas instituições espírita nas variadas tarefas que as mesmas realizam para atender os seres humanos que buscam o apoio do bem no espiritismo.

A que o senhor atribui esse maior interesse das pessoas pela Doutrina Espírita?
Atribuo ao resultado da própria difusão do pensamento espírita que temos realizado ao longo destes 85 anos no RN e a mais de um século no Brasil. À medida que as pessoas se esclarecem sobre o que é o espiritismo e do quanto este conhecimento amplia a sua compreensão sobre o que é a vida, de onde vinhemos antes do nascimento e para onde iremos após o fenômeno da morte, elas redescobrem o sentido mais profundo do que é existir! A medida que o espiritismo seja melhor compreendido, melhor as pessoas se sentirão na sua própria vida. Mesmo que não venham a se tornar espíritas.

Quais são as dificuldades que a Federação enfrenta hoje? De que a instituição sobrevive?
As maiores dificuldades que temos se referem ao pequeno número de trabalhadores espíritas para atender às demandas das várias instituições espíritas do RN. Isto porque o nosso trabalho é completamente voluntário, sem nenhum tipo de remuneração. Logo, temos que atender às atividades das casas espíritas depois que cumprimos a nossa jornada de trabalho, sempre em mais um turno de dedicação a Jesus. Outro aspecto que limita muito as nossas ações é que os recursos que utilizamos para a realização das nossas atividades são oriundos das contribuições dos sócios que integram as nossas próprias instituições. A limitação de recursos nos estimula a racionalizar ao extremo o uso destes durante as nossas realizações. No entanto, mesmo com esta limitação, temos conseguido avançar em alguns situações. Poderíamos citar as parcerias que algumas instituições tem conseguido fazer com o poder público e/ou privado para a viabilização de algumas obras de assistência e promoção social, mesmo que em alguns momentos encontremos algumas dificuldades de conretizar estas parcerias. As instituições espíritas no Brasil e no mundo sobrevivem, na maioria esmagadora das contribuições dos seus associados.

Quais as metas para o futuro?
As nossas metas para o futuro são as mesmas do presente, ou seja, continuar servindo ao próximo em nome de Jesus, nosso irmão maior, e de Deus, nosso Pai. Procurando fazer como o Bom Samaritano da parábola de Jesus, de uma maneira revolucionária, em que a ação da caridade esteja pautada no prazer em servir ao outro, sem exigência alguma de que o próximo nos retribua alguma coisa em troca do que fizemos. 
TRIBUNA DO NORTE. 

PENSAMENTOS DE 'GNELINHO'

DEM e PSDB abraçados
Publicação: 01 de Maio de 2011 às 00:00 - TRIBUNA DO NORTE.

Agnelo Alves - jornalista
Tudo indica que o DEM está recebendo o que, na área médica, é conhecida como “visita da saúde”. O doente continua em estudo, mas já não respira através de aparelhos. Um prazo é estimado perante a família. No caso do DEM, esse prazo é outubro de 2012, data das próximas eleições municipais.
Quem duvidava de que o DEM, já de vela na mão, sobreviveria, mesmo permanecendo na semi-UTI, com toda certeza não conhece a capacidade política do senador José Agripino, supondo que a sua eleição para presidente nacional do partido ficaria com o encargo de fazer um enterro melancólico da sigla, como ocorreu com a Arena e posteriormente o PFL.
Ora, o senador Agripino tem quilômetros incontáveis na estrada política e horas infinitas de vôo nesta área. Conhece todos os santos e todos os diabos da arte política. Comandou o DEM do Rio Grande do Norte para chegar a Brasília vitorioso com a taça na mão, como único Estado do Nordeste que derrotou o poderoso Lula, elegendo a governadora do Estado e ele próprio como Senador da República, embora Dilma tenha ganho.
É claro que não é obra política sua somente. O DEM, aqui no Estado como em todo o Brasil, está acometido de uma doença grave, a impopularidade. Elegeu apenas dois deputados estaduais e um federal. Como explicar que tenha elegido um Senador da República e a governadora do Estado? Ora, ora, ora. Se hoje são poucos, nada impede que sejam boas cabeças políticas. Dispenso-me de citar nomes pela evidência de cada um no painel eleitoral, mesmo não tendo sido candidato.
No plano nacional, o senador Agripino terá compreendido que São Paulo é um Estado/país. Se o prefeito paulista Gilberto Kassab mostrou surpreendente esperteza política, criando o PSD para receber adesões e solidariedade no país inteiro, partindo de sua origem, o DEM e de outros partidos moribundos, o senador Agripino deslocou-se para São Paulo, a pátria do tucanato, para garantir uma sobrevida para seu partido até pelo menos acontecer o teste das urnas de 2012.
Kassab esteve ontem em Natal, onde o vice-governador Robinson Faria está organizando o PSD. Escrevo antes de saber das tratativas, certamente acontecidas, partindo dos resultados até agora e dos resultados futuros, num jogo político em que o menos mestre bate o escanteio, corre pra cabecear, fazer o gol e sair aos pulos para festejar. Um jogão.
Cada chapéu esquisito, sexta-feira, no casamento real em Londres.

PT mostra os dentesO PT elege novo presidente que não seria da preferência da presidente Dilma. Rui Falcão, de São Paulo. O Estado/país agasalha e estende o tapume para os tucanos que abrigam o DEM na procura da sobrevivência de ambos. O PT, que não quer continuar abrindo espaço para o PMDB. O PT entende que o Governo é dele, PT. O PMDB é apenas aliado. Problema para a presidente Dilma.

Durma-se com um barulho desse.

Congresso

Comissão de Ética do Senado
Criado para zelar pelo bom comportamento dos senadores, órgão ganhou fama de "engavetador" por arquivar maioria das denúncias. Veja cinco casos famosos
Em 2000, atendendo à orientação do Conselho de Ética, o plenário do Senado aprovou, por maioria, a cassação de Luiz Estevão (PMDB-DF), acusado de participação em um esquema de superfaturamento e desvio de verbas que envolveu obras do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo
O senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), morto em 2007, renunciou ao mandato em maio de 2001. O caso era a violação do painel eletrônico do Senado e envolveu ainda José Roberto Arruda, então no PSDB do Distrito Federal. Ambos renunciaram após serem acusados de acessar os votos dos demais senadores no processo de cassação de Luiz Estevão (PMDB-DF). Como deixaram os mandatos voluntariamente, tiveram os direitos políticos preservados

Também em 2001, Jader Barbalho (PMDB-PA) deixou a Presidência do Senado e depois renunciou ao mandato parlamentar para evitar ser cassado. Jader abandonou a cadeira no Senado em meio a denúncias de desvios de recursos

Um dos casos de maior repercussão foi o de Renan Calheiros (PMDB-AL), contra quem foram levados cinco processos ao Conselho de Ética. Renan foi acusado, entre outras coisas, de usar dinheiro de um lobista para pagar despesas pessoais, usar laranjas para comprar um grupo de comunicação em Alagoas e beneficiar uma empresa de bebidas. O peemedebista deixou a presidência do Senado e escapou da cassação duas vezes, absolvido pelos colegas em plenário

Em 2009, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi absolvido em 11 ações apresentadas ao Conselho de Ética. Todas foram arquivadas. Sarney, que contou com o apoio do PT e permanece no comando da Casa, foi acusado de envolvimento com o escândalo dos atos secretos - medidas editadas e não publicadas que eram usadas para beneficiar aliados no Senado - e de favorecer uma empresa de seu neto, entre outros fatos